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GUAIVIRA  (February 6th, 2006)
Nome científico: Oligoplites saliens

Nomes populares: Goivira, Salteira, Tibiro saltador, Solteira, Quiebra, entre outros.

Modalidades de pesca: A guaivira pode ser pescada nas modalidades de corrico e pesca fundeada. É bastante comum no verão. Através da pesca de corrico desembarcada em costões rochosos, pode-se capturar bons exemplares. Atacam bem as iscas artificiais de superfície de tal forma que não raro são ferradas pelas "costas" ou pela barriga por "brincarem" muito com as iscas em movimento... Uma vez ferradas, saltam fora dágua, porém não brigam muito, se entregando logo... Podem ser pescadas com pedaços de parati ou sardinha, utilizando-se anzóis de tamanho 3/0 à 6/0 na pesca fundeada que é bastante produtiva nas desembocaduras de baías.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de corrico embarcada, utilizamos varas de pesca em fibra de vidro ou de carbono com comprimentos entre 1,3 e 2,2 metros, de ação média à pesada. Utilizamos em geral, molinetes de ação pesada, com capacidade para até 220 metros de linha 0,57mm. Para pesca de corrico desembarcada, os molinetes são os mesmos utilizados na pesca embarcada, porém, as varas de pesca por nós utilizadas são de fibra de carbono, ação pesada, com comprimentos entre 3,9 e 4,6 metros, que são mais apropriadas para arremesso à longa distância.

As iscas artificiais que utilizamos são bastante variadas, dependendo exclusivamente das condições do tempo, do mar e da vontade dos peixes...

Os maiores exemplares capturados: A guaivira pode atingir até 0,5 m de comprimento e pesar aproximadamente 2,5kg. O maior exemplar que pescamos tinha 2,2kg de peso.


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MIRAGUAIA  (February 6th, 2006)
Nome científico: Pogonias cromis

Nomes populares: Burriquete, Corvina-preta, Perombeba, Sea Drum, Piraúna, entre outros.

Modalidades de pesca: A miraguaia é pescada utilizando-se iscas naturais através da pesca de fundo junto a costões rochosos. Na nossa região, podem-se utilizar como isca, tatuíras, camarões, corruptos e mariscos. Fazer um ceva de mariscos ajuda bastante! Em geral, nos dias de mar revolto e sujo obtemos melhores resultados. É possível a pesca da miraguaia através de iscas artificiais de fundo.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de miraguaia utilizam-se varas de pesca de ação média à pesada com molinete ou carretilha de igual ação. Devemos utilizar linhas fortes porque é comum encontrarmos exemplares de bom tamanho que proporcionam uma boa briga. Utilizamos anzóis entre 3/0 e 6/0 para pesca da miraguaia.

Os maiores exemplares capturados: A miraguaia pode atingir 1,7 metro de comprimento e 50kg de peso. Já observamos a captura de exemplares de 18kg no nosso litoral.


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OLHETE  (February 6th, 2006)
Nome científico: Seriola lalandi

Nomes populares: Arabaiana, Urubaina, entre outros.

Modalidades de pesca: É pescado de forma semelhante a anchova, porém não são muito comuns próximo à costa. Utilizando-se iscas artificiais na modalidade de corrico (embarcado) e através da utilização de iscas naturais (parati ou sardinha) na modalidade pesca "fundeada" ou "de espera". A primeira modalidade é sem dúvida a mais emocionante e esportiva... É comum pescarmos de corrico através da utilização de embarcações para fazermos o costeio ao redor de ilhas, recifes e costões. Para isto, soltamos duas ou mais iscas artificiais a uma distância entre 25 e 50 metros do barco, com este se movimentando a uma velocidade entre 8 e 12 km/h.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de corrico embarcada, utilizam-se varas de pesca em fibra de vidro ou de carbono com comprimentos entre 1,3 e 2,2 metros, de ação média à pesada, com molinetes ou carretilhas de ação pesada com capacidades grandes de linha.

Os maiores exemplares capturados: O olhete, parente próximo do olho de boi, pode atingir até 1,7 metros de comprimento e pesar 50kg. Não são muito comuns na nossa região, mas já recebemos relatos de alguns exemplares capturados próximo da costa.


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OLHO DE BOI  (February 6th, 2006)
Nome científico: Seriola dumerili

Nomes populares: Arabaiana, Olhete, Amberjack, Tapiranga, Tapireca, Coronado, entre outros.

Modalidades de pesca: É pescado de forma semelhante a anchova, porém não são muito comuns próximo à costa. Utilizando-se iscas artificiais na modalidade de corrico (embarcado) e através da utilização de iscas naturais (parati ou sardinha) na modalidade pesca "fundeada" ou "de espera". A primeira modalidade é sem dúvida a mais emocionante e esportiva... É comum pescarmos de corrico através da utilização de embarcações para fazermos o costeio ao redor de ilhas, recifes e costões. Para isto, soltamos duas ou mais iscas artificiais a uma distância entre 25 e 50 metros do barco, com este se movimentando a uma velocidade entre 8 e 12 km/h.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de corrico embarcada, utilizam-se varas de pesca em fibra de vidro ou de carbono com comprimentos entre 1,3 e 2,2 metros, de ação média à pesada, com molinetes ou carretilhas de ação pesada com capacidades grandes de linha.

Os maiores exemplares capturados: Peixe de grande porte, pode atingir até 2 metros de comprimento e pesar mais de 80kg. Já observamos cardumes de olhos de boi caçando na nossa região, bem junto a costões.


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PAMPO  (February 6th, 2006)
Nome científico: Trachinotus carolinus

Nomes populares: Palombeta, Pereroba, Sunfish, Cobbler, Pompano, entre outros.

Modalidades de pesca: O pampo é pescado principalmente com iscas naturais tais como camarão, tatuíra e corrupto. Também pode ser pescado com pequenas iscas artificiais de superfície e meia-água. Em geral, a pesca com linhas boiadas e de fundo proporciona bons resultados, principalmente junto às pedras e na arrebentação das praias. É comum na pesca embarcada junto à ilhas e recifes de pedra aonde procuram alimento. Durante o período do verão, é comum observarmos pequenos cardumes de pampos de porte razoável comendo mariscos e pequenos caranguejos na superfície das pedras que afloram no mar, bem próximo do superfície. Uma linha boiada atirada próximo, tem resultados imediatos.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca do pampo utilizam-se varas de pesca de ação leve e molinetes e carretilhas de igual ação. Pode-se utilizar linha de mão na pesca embarcada.

Os maiores exemplares capturados: O pampo pode atingir 65cm de comprimento e pesar mais de 5kg, segundo a literatura.


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PAMPO GALHUDO - Palometa  (February 3rd, 2006)
Nome científico: Trachinotus goodei

Nomes populares: Aracanguito, Aratubaia, Galhudo, Pampo-listrado, Jiriquiti, Pampino, Ponpano listrado, entre outros.

Modalidades de pesca: O pampo galhudo é pescado principalmente com iscas naturais tais como camarão, tatuíra e corrupto. Também pode ser pescado com pequenas iscas artificiais de superfície e meia-água. Em geral, a pesca com linhas boiadas e de fundo proporciona bons resultados, principalmente junto às pedras e na arrebentação das praias. É comum na pesca embarcada junto à ilhas e recifes de pedra aonde procuram alimento. O pampo galhudo mostrou-se mais abundante na arrebentação das praias e desembocaduras de rios do que no alto mar.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca do pampo galhudo utilizam-se varas de pesca de ação leve e molinetes e carretilhas de igual ação. Pode-se utilizar linha de mão na pesca embarcada.

Os maiores exemplares capturados: O pampo galhudo é menor do que o pampo, podendo atingir 50cm de comprimento e pesar em torno de 3 kg. O maior exemplar que capturamos tinha em torno de 2kg.


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PEIXE PORCO - Gray Triggerfish  (February 3rd, 2006)
Nome científico: Balistes capriscus

Nomes populares: Acará-mocó, Cangulo, Porquinho, Peroá, entre outros.

Modalidades de pesca: Peixe muito comum no verão. Aparece em grandes cardumes e pode ser pescado com linhas de fundo ou boiadas, utilizando-se com isca camarões, lulas, tatuíras, corruptos e pequenos peixes. Utilizando-se linhadas com vários anzóis, pode-se pegar vários exemplares de uma única vez. Muito comuns em alto mar, próximos de recifes e embarcações afundadas.

Equipamentos mais utilizados: Utilizam-se material de ação leve com molinete ou carretilha e também linha de mão.

Os maiores exemplares capturados: O peixe porco é de pequeno porte podendo atingir até 40cm de comprimento e pesar 1,5 a 2kg de peso

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ROBALO FLECHA - Snook  (February 3rd, 2006)
Nome científico: Centropomus undecimalis

Nomes populares: Camorim, Camuri, Flecha, Robalão, Camuri-Açu, Robalo Branco, entre outros.

Modalidades de pesca: O robalo flecha pode ser pescado através da pesca embarcada ou não. São encontrados na desembocadura de rios no mar, em canais de passagem, sumidouros e outras regiões abundantes em pequenos peixes e crustáceos. Podem ser pescados com iscas artificias ou naturais. É comum pescarmos exemplares entre 1 e 3kg na desembocadura de rios no mar, utilizando-se camarões vivos como isca ou pequenos peixes. Atacam bem as iscas artificiais de superfície e meia-água. É possível, mais não tão freqüente, a pesca do robalo flecha nos costões rochosos através do corrico. Já capturamos vários exemplares de bom tamanho arremessando iscas artificiais de diversos tipos, próximo das pedras... Em especial, quando as águas estão mais turvas devido à movimentação da areia, obtemos melhores resultados. Na pesca embarcada, é mais comum a pesca dos robalos com iscas naturais na modalidade pesca fundeada.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca desembarcada, utilizamos as varas de pesca de fibra de carbono, ação pesada, com comprimentos entre 3,9 e 4,6 metros para pesca de corrico nos costões, e equipamentos bem mais leves para pesca na desembocadura de rios e lagos. Para pesca embarcada, não praticada usualmente por nós para pesca do robalo, utilizamos varas de pesca com comprimentos de 1,3 à 2,2 metros e ação média à pesada, equipadas com molinetes de ação média à pesada. (Nossa tralha é da pesada!)

Os maiores exemplares capturados: O maior robalo flecha que capturamos mediu aproximadamente 1 metro e pesou 7,3 kg, e foi pescado na modalidade corrico em costões. Alguns pescadores nossos conhecidos já capturaram robalos de mais de 10kg nesta modalidade


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ROBALO PEVA - Snook  (February 3rd, 2006)
Nome científico: Centropomus parallelus

Nomes populares: Camorim, Peba, Robalo Peva, Fat Snook, Camorim-Peba, entre outros.

Modalidades de pesca: O robalo peba ou peva, pode ser pescado através da pesca embarcada ou não. São encontrados na desembocadura de rios no mar, em canais de passagem, sumidouros e outras regiões abundantes em pequenos peixes e crustáceos. Podem ser pescados com iscas artificias ou naturais. Da mesma forma que o robalo flecha, podemos pescar bons exemplares na desembocadura de rios no mar, utilizando-se camarões vivos como isca ou pequenos peixes. São menores do que os robalos flecha, podendo atingir 0,5 m de comprimento e a pesar 3kg.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca desembarcada, utilizamos as varas de pesca de fibra de carbono, ação leve e equipamentos mais leves para pesca na desembocadura de rios e lagos.


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XARÉU  (February 3rd, 2006)
Nome científico: Caranx hippos

Nomes populares: Aracaroba, Cabeçudo, Toro, Crevalle, Carimbamba, Guaracema, Guiará, entre outros.

Modalidades de pesca: Basicamente, pescamos o xaréu da mesma forma que a anchova: Utilizando-se iscas artificiais na modalidade de corrico (embarcado ou não) e através da utilização de iscas naturais (parati ou sardinha) na modalidade pesca "fundeada" ou "de espera". A primeira modalidade é sem dúvida a mais emocionante e esportiva... É comum pescarmos de corrico através da utilização de embarcações para fazermos o costeio ao redor de ilhas, recifes e costões. Para isto, soltamos duas ou mais iscas artificiais a uma distância entre 25 e 50 metros do barco, com este se movimentando a uma velocidade entre 8 e 12 km/h. Outra forma de fazermos o corrico embarcado é aproximando-se de ilhas e costões, aonde forma-se bastante espuma devido à ação das ondas e arremessamos iscas artificiais o mais próximo possível das pedras, recolhendo em seguida... Para tanto é imprescindível haver um piloteiro experiente no comando do motor (que deverá estar sempre em funcionamento e em perfeitas condições de uso), uma vez que é necessário movimentar-se rapidamente o barco quando este se aproxima muito das pedras. Para pesca de corrico desembarcada, muito apreciada por nós, efetuamos o arremesso das iscas artificiais diretamente das pedras dos costões existentes na nossa região. Da mesma forma que o corrico embarcado, arremessamos e recolhemos as iscas artificiais ininterruptamente até sentirmos aquele "tranco" característico quando o xaréu ataca a isca em movimento. Aí é muita adrenalina e uma boa briga entre o peixe e o pescador... É muito comum em dias claros e com a água bem limpa, observarmos um pequeno cardume de 10 a 15 xaréus de médio a grande porte perseguir a nossa isca artificial sem atacá-la, então damos alguns puxões na linha de forma que a isca salte fora dágua ocorrendo ataque imediato e certeiro à isca.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de corrico embarcada, utilizamos varas de pesca em fibra de vidro ou de carbono com comprimentos entre 1,3 e 2,2 metros, de ação média à pesada. Utilizamos em geral, molinetes de ação pesada, com capacidade para até 220 metros de linha 0,57mm. Para pesca de corrico desembarcada, os molinetes são os mesmos utilizados na pesca embarcada, porém, as varas de pesca por nós utilizadas são de fibra de carbono, ação pesada, com comprimentos entre 3,9 e 4,6 metros, que são mais apropriadas para arremesso à longa distância.

As iscas artificiais que utilizamos são bastante variadas, dependendo exclusivamente das condições do tempo, do mar e da vontade dos peixes...

Os maiores exemplares capturados: O xaréu é um peixe de porte razoável, podendo atingir mais de 1,5 metro de comprimento e a pesar mais de 25kg .


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